sábado, 6 de junho de 2015

FORMAR LEITORES ATRAVÉS DA LITERATURA, MAS DE MODO DIVERSIFICADO...



     Como mencionamos na apresentação de nosso blog, defendemos a necessidade da formação do leitor através da literatura. Acreditamos na escola como uma das instituições que mais podem contribuir para essa formação, visto que é a escola a responsável por sistematizar os conhecimentos historicamente elaborados pela sociedade.

     No que se refere a literatura infantil, consideramos essencial que as crianças desde as turmas iniciais da educação infantil tenham pleno acesso aos livros literários, tenham contato diário com a literatura e tenham contato também com os diversos modos de se aproximar e adentrar nas histórias literárias.

     Nesse sentido, acreditamos que cabe a você professor ao realizar seus planejamentos, pensar em modos de diversificar a "hora da história" vivenciada por você e seus alunos. Assim, você, além de proporcionar aprendizagens diferenciadas a eles, tornará esse momento mais atrativo. Afinal, não há quem resista a uma boa história não é? Ainda mais quando ela é lida ou contada de um modo inusitado!

     Por falar nisso, você sabe qual a diferença entre ler e contar histórias?

     Disponibilizamos abaixo o vídeo da professora Denise Guilherme, no qual ela explica a diferença entre esses dois procedimentos que os professores podem realizar para aproximar os alunos da literatura.




     Se você gostou e quer saber um pouco mais sobre essas diferenças, acesso o site da nova escola, no link a seguir: http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/ler-diferente-contar-historias-683010.shtml?page=0 Lá você vai encontrar além de um texto com contribuições de especialistas,  uma tabela comparativa que lhe será bastante útil na hora de planejar a "hora da história" de sua turma!




 

quarta-feira, 3 de junho de 2015

A CIGARRA E A FORMIGA




Nesta primeira etapa iremos trabalhar com o gênero fábula e significar seu uso em sala de aula por meio de uma proposta metodológica por nós sugerida.

Contextualizando ...

A fábula foi idealizada principalmente pelo escravo Esopo em meados do século V. Possui um caráter adversativo e dispõe de uma moral explícita, seus personagens são animais ou mitos que apresentam comportamentos humanos, tais como qualidades e defeitos do seu caráter.

O gênero fábula possui características narracionais e permeia ao longo dos anos encantando a todos os públicos, em especial, as crianças que são atraídas pelas características lúdica e fantástica presentes no gênero literário.

Por que usar a fábula?

O uso da fábula no cotidiano escolar com aplicação pedagógica permite ao professor o trabalho com reflexão e julgamento de comportamentos sociais e a introdução e assimilação de valores e condutas socialmente adequados que são excepcionais no exercício da cidadania.

Como usar?

Para tanto tomamos como exemplo a fábula “A Cigarra e a Formiga”, adaptado da obra de La Fontaine.

Inicialmente, propomos que o docente elabore uma atividade de pré-leitura, onde irá suscitar os conhecimentos prévios dos alunos acerca do gênero escolhido. A partir do levantamento dos conhecimentos prévios, o educador irá introduzir conteúdo conceitual sobre o assunto trazendo informações novas e as relacionando com o conteúdo já pré-estabelecido pelos discentes.

Feito isso, o professor irá apresentar o título da fábula escolhida e os personagens presentes, irá então questionar a turma se já ouviram a e se imaginam o desfecho que a história terá.

Ao final da atividade, o vídeo do esquete será apresentado.

Vídeo




Sugestão de Atividades 

Ao fim do vídeo os alunos devem ser questionados se imaginam outro final para a história e quais outras morais podem ser levantadas através do enredo. Dependendo do nível em que a turma se encontra, pode ser solicitado que os alunos respondam em grupo as seguintes questões. De acordo com o que você leu na fábula, liste no mínimo três qualidades ligadas aos animais apresentados abaixo; O que faz desta história uma fábula?Qual a moral desta fábula?; Se você pudesse mudar o final da história qual desfecho daria?; Construam uma fábula utilizando outros personagens; Encenem a fábula que seu grupo ficou responsável. Caso o professor entenda que a sua turma ainda não conseguirá realizar tais atividade, pode adaptá-las e fazê-las coletivamente através da roda de conversa.

Referências

SILVA, Débora. Fábula. Disponível em: <http://www.estudopratico.com.br/fabula/>. Acessado em: 03 de Junho de 2015.

Boa Aula ;)
Andressa B.

Ensinar é um exercício de imortalidade.
De alguma forma continuamos a viver
naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo
pela magia da nossa palavra. 
O professor, assim, não morre jamais.
Rubem Alves